Música: Alain Oulman
Letra: José Carlos Ary dos Santos
Port ti falo
e ninguém pensa
mas eu digo
minha amêndoa, meu amigo
meu irmão
meu tropel de ternura
minha casa
meu jardim de carência
minha asa.
Por ti vivo
e ninguém pensa
mas eu sigo
um caminho de silvas
e de nardos
uma intensa ternura
que persigo
rodeada de cardos
por tantos lados.
Por ti morro
e ninguém sabe
mas eu espero
o teu corpo que sabe
a madrugada
o teu corpo que sabe
a desespero
ó minha amarga amêndoa
desejada.
ó minha amarga amêndoa
desejada.