ezassete depois de Viena de Áustria a nação azul e branca voltou a ouvir a sinfonia da alegria, um pouco mais a ocidente da Europa. Gelsenkirchen, um nome alemão para ficar na história do F. C. Porto, tocou, dançou, bebeu, vitoriou e festejou os heróis portugueses de uma noite futebolística inesquecível. Milhares de adeptos portistas e de emigrantes de todos os credos clubísticos encheram as ruas e o estádio da cidade germânica com a alegria de quem sabe que está ali para ganhar. E a glória da equipa liderada por José Mourinho foi acompanhada em todos os momentos que antecederam a grande final por um cortejo de emoções vestidas de azul e branco. Os tambores ecoaram no dia em que o F. C. Porto coroou uma temporada de ouro com um triunfo imaculado. O tributo dos que estiveram ao vivo na noite gloriosa dos azuis e brancos será recordado por muito tempo e um dia destes a goleada imortal de Gelsenkirchen será transmitida às gerações vindouras. A Taça dos Campeões vai morar de novo na Cidade Invicta, berço de um clube que tem dado novas glórias ao Mundo português e que persegue o futuro com a segurança dos vencedores. A festa azul e branca estendeu-se aos quatro cantos do Mundo, numa dança de sentimentos que encheram de alegria muitos milhões de pessoas. Gelsenkirchen ficará na memória de todos os portistas, como ficou Viena há 17 anos. O bis do campeão europeu portista, na sequência de uma outra vitória memorável em Sevilha é o mais recente orgulho de um país mortinho por celebrar o futuro.