Cryptoescudo. A bitcoin portuguesa quer pagar a dívida pública Casal de programadores lançou criptomoeda mas guardou uma parte para o Estado e outra para dar a todos os portugueses. Basta pedir Estão a dar dinheiro. É literalmente isto, mas a mensagem parece difícil de transmitir. Ou pelo menos um bocado mais lenta do que pensavam, porque do ainda pouco feedback algum já fica para a posteridade. "Há bué tempo que não tinha 200 paus na carteira", receberam há dias no email, por agora dividido entre dúvidas e perguntas sérias do tipo "como é que vão pagar a dívida pública?" Dois programadores do Estoril lançaram em Março a primeira criptomoeda portuguesa. É inspirada na famosa bitcoin mas com um "cunho político-social": chamaram-lhe cryptoescudo (CESC) por razões históricas. Não querem derrubar o euro, mas esperam se a sua moeda se afirme como alternativa e mostre como gerar moedas em rede na net pode fazer diferença nos cofres do país e na vida das pessoas. Para isso puseram de lado 220 milhões de cryptoescudos numa reserva (numa carteira online) destinada ao Estado português e 225 milhões a dividir por todos os portugueses. Oferecem 15 CESC a cada um, basta pedir. Leia amanhã o texto na íntegra no ionline e na edição em papel Marta F. Reis