title: * Vaca Profana Singer: Caetano Veloso Author: Caetano Veloso From: Carlos Coutinho Intr.: _ _ _ _ _ Am F G F C _Respeito muito minhas _lágrimas, mas _ainda mais minha _risada C F C Am Escrevo assim minhas pa_lavras na voz de uma mulher sagrada_ Dm F C _Vaca profana põe teus _cornos prá_ fora e acima da manada_ [bis] C D C# C Ê, _dona de divinas _tetas, derr_ama o leite bom na minha cara C D F E o _leite mau na cara dos_ caretas _ _ _ _ C F C F C F Segue a "movida Madrileña", também te mata Barcelona Napoli Pino, Pí, Pau, punks, picassos movem-se por Londres Bahia onipresentemente, Rio e belíssimo horizonte [bis] Ê, vaca de divinas tetas, la leche buena toda em mi garganta La mala leche para los "puretas" Quero que pinte amor Bethânia, Stevie Wonder, Andaluz Mais do que tive em Tel Aviv, perto do mar, longe da cruz Mas em composição cubista, meu mundo Thelonius Monk's blues [bis] Ê, dona das divinas tetas, quero teu leite todo em minha alma Nada de leite mau para os caretas Sou tímido e espalhafatoso, torre traçada por Gaudi São Paulo é como um mundo todo, no mundo um grande amor perdi Caretas de Paris e New York, sem mágoas estamos aí [bis] Ê, vaca das divinas tetas, teu bom só para o oco, minha falta E o resto inunde as almas dos caretas Mas eu também sei ser careta, de perto ninguém é normal Às vezes segue em linha reta, a vida que é meu bem, meu mal No mais, as ramblas do planeta, Orchata de chufa, si us plau [bis] Ê, deusa de assombrosas tetas, gotas de leite bom na minha cara Chuva do mesmo bom sobre os caretas, la mala leche para los "puretas" Nada de leite mau para os caretas, e o leite mal na cara dos caretas Chuva do mesmo bom sobre os caretas, e o resto inunde as almas dos caretas